Leu? Então dá um joinha.

30/07/2009

TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS DO KV E MAS



KV DETERMINA O CONTRASTE. O CONTRASTE É RESPONSÁVEL PELA IMAGEM PRETA E BRANCA NA RADIOGRAFIA, MUITO CONTRASTE SIGNIFICA UMA IMAGEM PRETA, CHAMADA POPULARMENTE DE "QUEIMADA", E POUCO CONTRASTE SIGNIFICA UMA IMAGEM BRANCA;

MAS É RESPONSÁVEL PELA DENSIDADE.DENSIDADE É AQUELA IMAGEM REFERENTE AO CONTORNO DA ESTRUTURA, OU SEJA, NUMA IMAGEM DE RX DE UMA PERNA, O CONTORNO QUE APARECE COMO SENDO DOS MÚSCULOS E TUDO QUE NÃO FOR OSSO, SIGNIFICA QUE HOUVE POUCA DENSIDADE. A DENSIDADE É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS PARTES MOLES, PORTANTO, SE O TÉCNICO QUISER PRODUZIR UMA IMAGEM ÓSSEA COM BASTANTE DETALHE E QUALIDADE, DEVE COLOCAR MAIS MAS E MENOS KV. O MAS É RESULTADO DA MULTIPLICAÇÃO DO VALOR COLOCADO NO COMANDO(A MA, PELO VALOR COLOCADO NO COMANDO DO S(TEMPO). SE O BOTÃO DO MA ESTIVER NO 200 E O BOTÃO DO S NO 0,25 SEGUNDOS, O MAS SERÁ IGUAL A 50, SE COLOCAR O O MA NO 500, E O TEMPO NO 0,10, TB TEREI 50 MAS. ESSE MÉTODO É USADO PARA DIMINUIR O BORRAMENTO DA IMAGEM, OU SEJA, A IMAGEM TREMIDA. O PRINCIPIO DESSA TÉCNICA É DIMINUIR O TEMPO SEM ALTERAR O VALOR DO MAS, POIS QUANDO MAIOR O TEMPO, POIS QUANDO O MAIOR O TEMPO MAIS CHANCE O PACIENTE TEM PARA SE MEXER DURANTE A PRODUÇÃO DA IMAGEM.

QUANDO O EXAME É DESIGNADO PARA PARTES MOLES - TUDO QUE NÃO FOR OSSO- USA-SE POUCO MAS E MUITO KV. E QUANDO A IMAGEM IDEAL É O DO OSSO, USA-SE POUCO KV E MUITO MAS. ALGUNS FISICOS DEFENDEM QUE O MUITO USO DO MAS, GERA UMA FORTE RADIAÇÃO AO PACIENTE. É VERDADE QUE A QUANTIDADE AUMENTA, MAS NADA DE TÃO EXAGERADO A PONTO DE PREJUDICAR A SAÚDE DO PACIENTE, E A QUALIDADE DA IMAGEM É COMPENSADORA.

AO CONTRÁRIO DO QUE ALGUNS AFIRMAM, A MANEIRA DE DESCOBRIR A QUANTIDADE DO KV A SER COLOCADA, É DESCOBERTA POR UMA CIÊNCIA, A MATEMÁTICA. PARA O CALCULO DO KV É USADA A FORMULA KV=(E.X2)+K, ONDE, E= ESPESSURA E K= CONSTANTE DO APARELHO. A ESPESSURA É MEDIDA ATRAVÉS DO ESPESSOMETRO, QUE DEVE SER POSICIONADO NO PONTO ONDE ENTRA O RC. O K SIGNIFCA CONSTANTE, QUE É DETERMINADO POR UM CONJUNTO DE EQUIPAMENTO E ACESSÓRIOS DE UMA SALA DE RX, QUE COMPREENDE A CAPACIDADE DA AMPOLA, A VELOCIDADE DO ECRAN,A DFOFI, O TIPO DE GRADE,A VARIAÇÃO DA VOLTAGEM DO APARELHO,A TEMPERATURA E O TEMPO DA PROCESSADORA, E A MARCA DO FILME.A CONSTANTE É EXTRAÍDA ATRAVÉS DA FORMULA: K=KV-(Ex2. ESSA FORMULA SERÁ MAIS DISCUTIDA A FRENTE. ENTÃO TEREMOS PARA RX DE COTOVELO COM ESPESSURA= 9CM. E K=25, O EXEMPLO:

KV=(e x 2)+k
KV=(10 x 2)+25
kv=20+25
kv=45

O MAS É CALCULADO ATRAVÉS DE OUTRAS FORMULAS, CADA UMA A SER EMPREGADA DE ACORDO COM A REGIÃO, PARA DESCOBRIR O MAS DE EXAMES ORTOPÉDICOS REFERENTES A EXTREMIDADES,REGIÕES SITUADAS NAS PONTAS DOS MEMBROS: A SABER MMSS: FALANGES, PUNHOS,MÃO, ANTEBRAÇO E COTOVELO. MMII:ANTE-PÉ, PÉ, TORNOZELO, PERNA, FEITOS SEM BUCKY. DEVE SE USAR O VALOR DO KV DIVIDIDO POR 3, EX: MAS=KV/3. PARA DESCOBRIR O VALOR DO MAS PARA ESSAS EXTREMIDADES, INCLUINDO O JOELHO. O CRÂNIO, O HEMI TORAX, O OMBRO, O ÚMERO, A CLAVÍCULA, ESTERNO E FEMUR, USA-SE O VALOR DO KV DIVIDINDO-O POR 2, ENTÃO TEMOS:

MAS=KV
3

MAS=45 MAS=15
3

PARA DESCOBRIR O MAS DE EXAMES DE REGIÕES MAIS ESPECÍFICAS COMO TORAX, AS COLUNAS E O ABDOMEM, USA-SE A OUTRA FÓRMULA:

MAS = KV x CM

C.M= COEFICIENTE MILIAMPERIMÉTRICO) É UM VALOR PRÉ DETERMINADO USADO PARA DETERMINAR O MAS. OS SEUS VALORES SÃO:

ABDOMEM= 0,70
COLUNAS= 0,80
TORAX= 0,15

ENTÃO EM UM EXAME DE COLUNA LOMBAR, COM UM PACIENTE COM ESPESSURA DE 25CM. E UMA CONSTANTE IGUAL A 30 O CALCULO TOTAL FICA:

KV= (e x 20)+k MAs= KV x CM
KV= (25 x 2) + 30 MAs = 80 x 0,80
KV= 50+30 MAS = 64
KV=80

ESSA FORMULA FOI ELABORADA PRA UMA DISTÂNCIA IGUAL A 1 METRO, MAS NO EXAME DE TORAX, USAMOS A DISTÂNCIA IGUAL A 1,80M.

QUANDO AFASTAMOS A AMPOLA, PERDEMOS POTÊNCIA NO APARELHO, ESSE FENÔMENO PODE SER EXPLICADO SE COMPARADO A UM CARRO ENCOSTADO NA PAREDE COM O FAROL LIGADO, QUANDO ELE COMEÇA A DAR RÉ, A LUZ VAI ENFRAQUECENDO, E A FORMA DE MANTER A MESMA INTENSIDADE DE LUZ É AUMENTANDO A SUA POTÊNCIA. O MESMO ACONTECE COM O KV A CADA 10CM QUE A AMPOLA É AFASTADA DEVE SE AUMENTAR 4 KV, ENTÃO PARA O TORAX AUMENTA-SE 32 KV. QUANDO SE ABAIXA A AMPOLA, O EFEITO É AO CONTRÁRIO, FAZENDO COM QUE O KV SEJA DIMINUIDO, NA MESMA PROPORÇÃO, A CADA 10cm DEVE-SE ABAIXAR 4KV.

ENTÃO PARA O RX DE TORAX DE UM PACIENTE COM 20CM DE ESPESSURA E COM UMA CONSTANTE DE SALA IGUAL A 25, DEVO FAZER O SEGUINTE CÁLCULO:

KV= (E X 2)+ K MAS= KV x CM KV= 50+25MAS = 107 X 0,015
KV= 75 + DFOFI(80CM . A MAIS)MAS= 1,60
KV= 75+32KV= 107

TODO TORAX DEVE SER FEITO NO MINIMO USANDO A MA 300. O mAs EM ALGUNS APARELHOS COMEÇA COM 0,02s; RESULTANDO 6 mAS. NO CASO ACIMA NÃO CONSIGO EMPREGAR O MAS OBTIDO -O TEMPO MUDA DE APARELHO PARA APARELHO, JUNTAMENTE COM O VALOR DO MAS E DO KV. PARA ISSO USO A REGRA DESCRITA A SEGUIR:

PARA CADA 10KV QUE AUMENTO, DEVO DIVIDIR O MAS POR DOIS.
PARA CADA 10KV QUE DIMINUO, DEVO DOBRAR O MAS.

ENTÃO PARA O MAS DO TORAX CITADO ACIMA, BASTA IR USANDO A REGRA ATÉ ATINGIR O VALOR DE 6 MAS:

KV MAS
107 1,60
97 3,20
87 6,40

O MESMO É VALIDO PARA SITUAÇÕES SIMILARES PARA OUTRAS PARTES DO CORPO, EM QUE O APARELHO NÃO PROPORCIONAR O USO CORRETO DA TÉCNICA.
ESSA TÉCNICA PODE SER TAMBÉM USADA PARA MELHORAR A QUALIDADE DA IMAGEM JÁ QUE AUMENTAR O MAS, ELIMINA-SE AS PARTES MOLES, OBTENDO-SE MAIS DETALHE DO OSSO.
É NECESSÁRIO PRESTAR ATENÇÃO A DISTÂNCIA REAL DA AMPOLA EM RELAÇÃO AO FILME. O PONTO REFERENTE A UM METRO NO MARCADOR DE DISTÂNCIA DA AMPOLA,GERALMENTE ESTA RELACIONADO A DFOFI DA AMPOLA À GRADE, PORTANTO QUANDO O CHASSI FICA EM CIMA DA MESA, A DISTÂNCIA É REDUZIDA GERALMENTE EM 1 METRO. NESSE CASO É NECESSÁRIO AUMENTAR A DISTÂNCIA EM APROXIMADAMENTE EM 10CM, PARA COMPENSAR.
O PONTO CORRETO DA MEDIÇÃO DA AMPOLA É DE APROXIMADAMENTE 4CM ACIMA DA SUA PARTE REDONDA LATERAL. ESTE LOCAL MEDE-SE UM METRO ATÉ A GRADE OU ATÉ A MESA.

A CONSTANTE É O VALOR MAIS DIFICIL DE DESCOBRIR. O SEU VALOR DEPENDE DE ADEQUAR OS VALORES OBTIDOS PEDIDOS NA SUA FÓRMULA DE CÁLCULOS. A FÓRMULA É:

K= KV -(E x 2)

DEVE-SE CONFERIR:

1- SE O VALOR DO KV ESTÁ CORRETO;

2- SE O VALOR DO MAS ESTÁ DENTRO DA RELAÇÃO KV/MAS USADA NAS FORMULAS APRESENTADAS ACIMA. EX: EM UM EXAME DE MÃO FOI USADO 41KV COM 5MAS. A MÃO É FEITA SEM BUCKY, PORTANTO EXTRAÍDO O KV, DEVE SE DIVIDIR POR 3 E ACHAR O VALOR DO MAS, E 41 DIVIDIDO POR 3 OBVIAMENTE NÃO É 5. NESTE CASO DEVE-SE ADEQUAR A FÓRMULA AOS PADRÕES CORRETOS, O MÉTODO A SER USADO SERÁ EXPLICADO A FRENTE.

3- SE A DFOFI ESTÁ CORRETA. NO EXEMPLO ACIMA A AMPOLA PODE ESTAR A 90CM DE DISTÂNCIA DO CHASSI, SENDO NECESSÁRIO ADEQUAR AS NOSSAS NORMAS, AUMENTANDO A DISTÂNCIA E ADICIONANDO 4KV.

4- SE A ESPESSURA DO PACIENTE ESTÁ CORRETA.


A MANEIRA MAIS SIMPLES DE DESCOBRIR A CONSTANTE É EXTRAINDO-A DE UM EXAME DE COLUNA LOMBAR EM DECÚBITO.
PACIENTES IDOSOS, PRINCIPALMENTE MULHERES, SÃO PROPENSOS A TEREM OSTEOPOROSE, NESSE CASO DEVE SER LEVAR EM CONSIDERAÇÃO, A PERDA DE CÁLCIO NOS OSSOS, O QUE FAZ QUE A RADIOGRAFIA FIQUE ESCURA. PARA EVITAR QUE O EXAME SEJA REPETIDO, DEVE-SE ABAIXAR A TÉCNICA EM APROXIMADAMENTE 5% DO VALOR DO KV. O MESMO É INDICADO PARA PACIENTES ORIENTAIS, DEVIDO A CARACTERÍSTICAS DE SUA RAÇA. EM PACIENTES DE COR SEGUE-SE AO CONTRÁRIO. O FENÔMENO NÃO TEM NADA HAVER COM A PIGMENTAÇÃO DA PELE E SIM COM A CARACTERÍSTICA DA RAÇA, POR SEREM MAIS MUSCULOSOS, DEVE-SE AUMENTAR A TECNICA EM 5 KV.

EM PACIENTES COM GESSO, DEVE-SE AUMENTAR EM MÉDIA 10KV, DEVIDO A DENSIDADE AUMENTADA PELO GESSO, VALE A PENA OBSERVAR SE O GESSO ENVOLVE TODO O LOCAL A SER RADIOGRAFADO, OU SE É SÓ EM PARTES.
EXEMPLO: EM UM RAIO X DE TORNOZELO, A PARTE POSTERIOR NORMALMENTE ESTÁ COM GESSO, A ANTERIOR NÃO.

RADIOGRAFIAS COM O CILINDRO DE EXTENSÃO, DEVE-SE AUMENTAR DE 6 A 8 KV, MAS SÓ SE O CILINDRO ESTIVER ENCOSTADO NA PARTE A SER RADIOGRAFADA. O CILINDRO ALINHA OS RAIOS, EVITANDO A RADIAÇÃO DISPERSA, DIMINUINDO A INTENSIDADE.
DE UMA RADIOGRAFIA COM GRADE PARA OUTRA SEM GRADE, DIMINUIR 8 A 10KV, E VICE-VERSA. A GRADE TEM UMA ESPESSURA QUE REQUER MAIS TÉCNICA.


EFEITO ANÔDICO

APESAR DE SER CHAMAR EFEITO ANÔDICO, O QUE PREVALECE É O CATODO. QUANTO MAIS A ESTRUTURA ESTIVER PRÓXIMO DO CATODO, MAIS CONCENTRADO ESTARÁ A ATENUAÇÃO DOS RAIOS-X, FAZENDO COM QUE TENHA MAIS PENETRAÇÃO DO SEU LADO. A DIFERENÇA ENTRE UM LADO E OUTRO É GRANDE, CHEGANDO EM QUASE 50% DE DIFERENÇA, POR ISSO O EFEITO DEVE SER USADO EM EXAMES EM QUE A ESTRUTURA TENHA O FORMATO CUNEIFORME(COMECE FINO E TERMINE GROSSO).
O CATODO FICA SEMPRE DO LADO DE COMANDO DO APARELHO, E GERALMENTE É IDENTIFICADO COM O SINAL NEGATIVO (-) NA SAIDA DOS FIOS DA AMPOLA. O ANODO FICA NA DIREÇÃO DA ESTATIVA
E É IDENTIFICADO COM O SINAL DE POSITIVO(+)TB NA SAIDA DOS FIOS DA AMPOLA.
PORTANTO QUANDO O EXAME FOR DE QUALQUER COLUNA, O PACIENTE DEVE SEMPRE FICAR COM A CABEÇA EM DIREÇÃO AO ANODO(NA ESTATIVA) E OS PÉS NO LADO DO CATODO(NO COMANDO), E QUANDO O EXAME FOR DE QUADRIL, PERNA E PÉ, O PACIENTE DEVE SER POSICIONADO AO CONTRÁRIO, DE MODO QUE A PARTE MAIS DENSA FIQUE SEMPRE NO LADO DO CATODO.


MAGNIFICAÇÃO

É A AMPLIAÇÃO. QUANTO MAIS PRÓXIMO DA AMPOLA ESTIVER A ESTRUTURA, MAIS AMPLIADA ELA SE APRESENTA. ESSE EFEITO PODE SER COMPARADO AO EFEITO DA LUZ. IMAGINE QUE SUA MÃO ESTÁ SENDO PROJETADA EM UMA PAREDE ATRAVÉS DE UMA LANTERNA, GERANDO UMA SOMBRA. QUANDO VC APROXIMA SUA MÃO DO FOCO GERADOR DE LUZ(DA LANTERNA), A IMAGEM PROJETADA DA SOMBRA AUMENTA DE TAMANHO. O MESMO ACONTECE COM OS RAIOS X.

PARA INCIDÊNCIA DE ARCOS COSTAIS, DEVE SE USAR A MA 100,COM O TEMPO LONGO, EM APROXIMADAMENTE 1,5s.
PARA ESSA IMAGEM o mAs será aumentado e o KV diminuído. Essa técnica destacará a parte óssea do tórax, deixando as partes moles sem evidência.
Para técnica em urografia, deve-se dobrar o mAs e diminuir 10 KVs, afim de se obter uma melhor imagem do rim. Como o exame estuda a possibilidade de litíase renal, que pode apresentar-se com um tamanho bem inferior, chegando a menos de um milímetro, é preciso de mais detalhe para osso e de eliminar qualquer estrutura que sobreponha os rins, afinal os cálculos renais são calcificados.
Afim de se obter dois filmes com a mesma imagem, gerada através de uma só incidência, é um só disparo de Raios-X, coloca-se dois filmes em um só chassi. Depois de revelados, verifica-se que a imagem dos dois são quase iguais, pois um é um pouco mais claro do que o outro devido a redução da luz produzida pelo écran;

O filtro de compensação é uma cunha de alumínio, onde projeta-se a parte maior para a parte mais fina da estrutura, e a menor para a parte mais grossa, afim de se obter uma igualdade da estrutura. O filtro deve ser colado na ampola. Pode ser feito de papel alumínio de cozinha, dobrando-o várias vezes, de modo que vire um bloco espesso. Dobra-se outro pedaço de papel produzindo outro bloco, só que um menos espesso do que o anterior. Dobra-se outro menos espesso ainda, e assim sucessivamente até chegar ao ponto zero. Junta-se todos os blocos, do menor ao maior, formando-se uma escada . Forra-se todos os blocos com papel cartão e depois com papel contact, assim terá o formado desejado.
O filtro de compensação é uma cunha de alumínio, onde projeta-se a parte maior para a parte mais fina da estrutura, e a menor para a parte mais grossa, afim de se obter uma igualdade da estrutura. O filtro deve ser colado na ampola. Pode ser feito de papel alumínio de cozinha, dobrando-o várias vezes, de modo que vire um bloco espesso. Dobra-se outro pedaço de papel produzindo outro bloco, só que um menos espesso do que o anterior. Dobra-se outro menos espesso ainda, e assim sucessivamente até chegar ao ponto zero. Junta-se todos os blocos, do menor ao maior, formando-se uma escada . Forra-se todos os blocos com papel cartão e depois com papel contact, assim terá o formado desejado.

A técnica pode variar de aparelho a aparelho, podendo ser alterada para mais ou menos.

FIM.

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12 comentários:

ELIZANGELA CANDIDO RAMOS disse...

OI ACHEI MUITO PROVEITOSO ESSA SUA EXPLICAÇÃO E VOU DAR UMA ESTUDAD POE ELA.
BYLILI22@HOTMAIL.COM


UM ABRAÇO

ALAN LOPES. disse...

Acho interessante essas teorias, mas gostaria de saber de quais livros foram tiradas,pois no bontrager e biasoli nao tem essas teorias.
Sempre que damos informaçoes devemos citar as fontes, mas parábens pela iniciativa. ALAN, tecnico em setor de emergencia. lopesgb@hotmail.com

Orion disse...

gostaria de saber como achar o mAs na mamografia?

Julio disse...

GOSTARIA DE ALGO MAIS CLARO . E PRATICO.

Eliel Sander disse...

Sou Formando em 2010, to terminando o curso e confesso que msm depois do estagio estou completamente perdido em relação a MAS e KV alguem pode me ajudar, ja estão surgindo oportunidades de trabalho e eu ainda tenho dúvidas meu msn é elielsander_21@hotmail.com
Agradeço.

deco disse...

Parabens pela iniciativa, com certeza essas informações esta suprindo diversas duvidas tanto de estudantes como de tecnicos já em atividade. muito obrigado.

sonia disse...

Gostaria de saber a tecnica certa para um paciente com um exame de torax quanto de kv e quanto de mas .Existe uma tecnica certa??

genio disse...

Olá, gostei muito do conteúdo e vou estudá-lo bastante, porem acho que seria mais fácil gravar na memória uma técnica básica para cada exame como pequeno médio e grande pois na hora do vamos ver, na hora de fazer exame, não dá para fazer cálculo nenhum devido a correria. Tinha como o autor deste blog nos quebrar mais este galho?. Já deu para ver que vc é fera no assunto.

Raquel disse...

oi ! me chamo Raquel assim como os que se encontra aqui tbm to com dificuldades no kv e mas poderia me add no msn para me ajudar eu iria agradecer e muito por favor? é miguxaquel@hotmail.com

Layane Melo disse...

As duvidas sao as mesmas de tdos.... Quanto colocar de kv e mas em cada exame. Isso e uma tortura. Mais a explicacao e otima so poderia simplificar um pouco. Obg.

Layane Melo disse...

As duvidas sao as mesmas de tdos.... Quanto colocar de kv e mas em cada exame. Isso e uma tortura. Mais a explicacao e otima so poderia simplificar um pouco. Obg.

Bruno Henrique disse...

Manda o nome do livro esse assunto do mas ainda não achei nos que eu estudei...agradeço!


brunohenriquem2@gmail.com